Um dia de decisões. Uma quinta especial para o basquete. No Brasil, o jogo 4 do NBB. Em Los Angeles, a maior rivalidade da NBA. Nas duas partidas, um denominador comum: os elencos.
O Flamengo venceu o Brasília com os jogadores “reservas”. E só está entre aspas porque acredito que no basquete não existe reserva. Fred, Dedé, Jefferson e companhia deram descanso para os titulares e talvez uma alternativa para possíveis suspensões (nesta sexta-feira vários jogadores do Flamengo serão julgados). Aliás, no caso do Flamengo não é nem questão de começar jogando. Outra grata surpresa do jogo foi o pivô Vagner, que talvez tenha sido o melhor em quadra. É bom para o Flamengo e para o campeonato que o atual campeão não seja Marcelinho e mais quatro. E o rubro-negro foi bastante eficiente.
Vi uma clara evolução no basquete brasileiro. Eu de fato fiquei um BOM tempo acompanhando bem pouco a bola laranja por aqui, mas conheço bem a mentalidade de deixar os “fora-de-série” os quarenta minutos em quadra. Descansar o Marcelinho foi uma cartada e tanto do Paulo Chupeta. Poderia e deveria ser mais constante em todos os times.
Já na partida da NBA, nenhum jogador do banco jogou excepcionalmente bem. Mas todos contribuíram. Todos ajudaram de alguma maneira. E, principalmente, ninguém complicou. Nem o Jordan Farmar. Pra fazer justiça, o orelhudo jogou muito bem.
Os titulares justificaram seus altos salários e “voilà”... O Los Angeles Lakers venceu bem. Por outro lado, o Celtics não teve ninguém para substituir Ray Allen, que se complicou com as faltas. A primeira coisa que Tony Allen fez ao entrar na partida foi cometer mais faltas. |